DIANA BRAGANÇA

ERASMUS+ | THE END

Depois de três meses, chegou finalmente o dia que, durante tanto tempo, parecia estar tão longe: o dia de voltar para Portugal. E, sinceramente, não sei bem como explicar o que senti nesse momento.
Durante as últimas semanas já sabia que estava a chegar ao fim, mas acho que uma parte de mim continuava a acreditar que ainda tinha muito tempo. De repente, estava a arrumar as malas, a olhar para a casa pela última vez e a perceber que aquela rotina que se tinha tornado tão normal estava prestes a acabar.
A despedida de Budapeste foi muito mais difícil do que imaginava. No início da experiência, nunca pensei que uma cidade onde nunca tinha vivido pudesse tornar-se tão importante para mim.
Quando cheguei, tudo era novo: a língua, as ruas, os transportes, a comida, a cultura e até as coisas mais simples do dia a dia. Aos poucos, tudo isso deixou de ser estranho e passou a fazer parte da minha rotina. Passei de alguém que precisava de descobrir a cidade a alguém que já sabia para onde ir, quais eram os meus sítios favoritos e até a recomendar lugares a outras pessoas. Budapeste deixou de ser apenas o sítio onde estava a fazer Erasmus e tornou-se uma segunda casa.
O regresso a Portugal foi, por isso, um pouco estranho. Por um lado, estava muito feliz por voltar a estar com a minha família, rever os meus amigos, dormir na minha cama e voltar a todas aquelas coisas que durante três meses senti falta. E posso dizer que uma das primeiras coisas que me soube mesmo bem foi matar saudades de um bom bitoque português. Depois de meses a experimentar comidas diferentes, voltar a comer aquilo que já conhecia soube muito melhor do que esperava.
Também foi muito bom voltar a estar com os meus amigos e poder contar-lhes tudo o que tinha acontecido durante estes três meses. Voltar a sair com eles, rir das mesmas coisas e simplesmente estarmos juntos fez-me perceber o quanto tinha sentido falta destes momentos. Foi engraçado voltar a estar nos sítios habituais e com as pessoas de sempre, mas ao mesmo tempo sentir que eu própria já não era exatamente a mesma.
Estar novamente com a minha família foi, sem dúvida, uma das melhores partes do regresso. Durante estes meses tive momentos em que senti muitas saudades de casa, principalmente quando aconteciam coisas que gostava de poder partilhar com eles. Por isso, podermos finalmente estar todos juntos outra vez, conversar sobre tudo o que aconteceu e recuperar aqueles momentos simples do dia a dia foi muito especial.
Mas, ao mesmo tempo, havia uma sensação de vazio por saber que, no dia seguinte, já não ia acordar naquela casa, apanhar o mesmo transporte para o trabalho, passar pelo escritório ou sair à rua e ver as mesmas paisagens que já conhecia tão bem. Foi estranho perceber que aquilo que durante os primeiros dias era completamente desconhecido tinha passado a fazer parte da minha vida e, de repente, já não estava lá.
Quando cheguei a Portugal, percebi ainda mais o quanto esta experiência me tinha mudado. Estava novamente no meu país, a falar a minha língua e rodeada pelas pessoas que sempre fizeram parte da minha vida, mas eu já não era exatamente a mesma pessoa que tinha embarcado naquele avião três meses antes.
Durante estes meses aprendi muito mais do que aquilo que estava relacionado com o estágio. Aprendi a desenrascar-me, a resolver problemas sozinha, a adaptar-me a situações inesperadas e a conviver com pessoas de diferentes países e culturas. Também aprendi a sair da minha zona de conforto. No início, algumas coisas pareciam assustadoras ou difíceis, mas com o tempo percebi que somos capazes de nos adaptar a muito mais do que pensamos.
Profissionalmente, também foi uma experiência muito importante. Tive a oportunidade de trabalhar com redes sociais, edição de fotografias e vídeos, criação de conteúdos e diferentes tipos de tarefas relacionadas com a área do design. Trabalhar num ambiente internacional permitiu-me perceber melhor aquilo de que gosto, ganhar experiência e, principalmente, perceber que consigo trabalhar e comunicar mesmo estando num ambiente completamente diferente daquele a que estava habituada.
Mas, acima de tudo, levo comigo as pessoas que conheci. Conheci pessoas de diferentes países, fiz amizades que espero manter durante muitos anos e partilhei momentos que provavelmente nunca teria vivido se não tivesse feito Erasmus+. Tivemos viagens, passeios, noites de conversa, momentos de trabalho, momentos de stress, muitas gargalhadas e também algumas saudades de casa. No final, são essas pequenas coisas que tornam uma experiência destas tão especial.
Agora que estou de volta, sinto uma mistura de sentimentos. Estou feliz por estar em casa, mas tenho saudades da vida que tinha lá. Tenho saudades das pessoas, da rotina, dos sítios que se tornaram especiais para mim e até das pequenas coisas que, enquanto lá estava, pareciam completamente normais. Acho que é isso que torna o regresso tão estranho: voltar para a vida que conhecíamos, mas sentir que alguma coisa dentro de nós mudou.
Se no início desta experiência me dissessem que ia acabar tão apegada a Budapeste, provavelmente não acreditaria. Hoje sei que deixei lá uma pequena parte de mim e que vou guardar estes três meses para sempre. Foi uma experiência que me fez crescer, não só profissionalmente, mas principalmente como pessoa.
O Erasmus+ ensinou-me que sair da nossa zona de conforto pode ser assustador, mas também pode ser uma das melhores decisões que podemos tomar. Ensinou-me a aproveitar as oportunidades, a conhecer pessoas diferentes, a experimentar coisas novas e a não ter medo de estar longe de casa.
Agora começa uma nova fase. Voltei para Portugal, mas levo comigo todas as experiências, aprendizagens, amizades e memórias destes três meses. Sei que daqui a uns anos vou olhar para trás e lembrar-me desta experiência com um enorme sorriso.
Obrigada, Budapeste, por teres sido a minha casa durante estes três meses.
Obrigada a todas as pessoas que fizeram parte desta aventura.
E, acima de tudo, obrigada a esta experiência por me ter mostrado que sou capaz de muito mais do que imaginava.
Köszönöm, Budapest. Até um dia. ❤️

Diário de Bordo #7

Acho que desbloqueei um novo sentimento nestes últimos dias, não sei se é ansiedade de voltar, felicidade, tristeza por estar a acabar, é algo que nunca tinha sentido antes.
Restam-me apenas mais 3 dias e quero aproveitar para visitar a cidade como se fosse a minha primeira vez cá.
Mas antes de falarmos da despedida, quero relembrar estas duas ultimas semanas que foram muito especiais. Na semana passada andei muito em baixo porque ia fazer os tão esperados 18 anos, mas não ia passá-los com a minha família nem amigos mais próximos. Mas para me tirarem essa tristeza, lá veio mais uma surpresa. Estava eu no escritório na minha pausa do almoço e liga-me a minha irmã mais nova por face-time, adivinhem onde é que ela estava?, à porta do escritório. Só me lembro de pegar no cartão da empresa e ir o mais rápido lá para fora para abraçar a minha mãe e comecei a chorar desalmadamente de tantas saudades. Foi definitivamente o melhor presente de anos que podia pedir! Mas e mais uma vez, fui guia turística a mostrar a beleza de Budapeste. Foi também ao ser guia turística que me apercebi que não podia ter calhado numa cidade melhor. Budapeste roubou o meu coração totalmente, principalmente o parlamento à noite, nunca me irei cansar de o ver.
Para também celebrar os meus anos, fui a Italia, com quem posso dizer que foram os meus melhores amigos destas experiência. Foi uma viagem para relaxar, conversar sobre toda a experiência Erasmus e apercebermo-nos que já estamos a chegar ao fim disto tudo.
De volta a Budapeste, o nosso chefe organizou uma despedida. Foi um bom final de tarde e ainda tivemos uma pequena aula de historia porque ele ja foi professor hahaha. Acho que tive sorte na empresa e nas pessoas que conheci lá, foram todas acolhedoras e sempre dispostas a ajudar e queriam sempre sugestões nossas para conseguirmos fazer publicidade para a empresa. Graças à empresa também pude conhecer grupos de jovens da nossa idade de outros países e aproveitar o tempo com eles.
Agora que já estamos na reta final, resta-me dizer que esta foi uma das melhores experiências que ja tive, estar fora da minha zona de conforto, num país com uma língua totalmente desconhecida no meu vocabulário, costumes, cultura, arquitetura diferentes, mas impressionante como agora isso já faz parte do meu dia a dia. Uma pessoa acostuma-se facilmente a uma nova rotina que depois até faz confusão voltar à vida normal de antes.
Irei sentir muitas saudades, principalmente do meu supermercado favorito, ONE LOVE SPAR!
Só me resta aproveitar os últimos dias cá ao máximo e comprar muitos souveniers!
Köszönöm, Budapest, Szia!!

Diário de Bordo #6

Semanas de trabalho e surpresas.
Nestas duas últimas semanas tenho feito descrições para posts de redes sociais, as quais tenho de traduzir para húngaro, e as vezes fico parada a olhar e perceber o quanto as línguas podem ser diferentes, e as várias letras com acentos estranhos e pronuncias engraçadas.
Estas semanas foram especiais porque tive duas visitas, uma delas muito inesperada. Estava a dormir e a minha irmã liga-me de videochamada, e lá estava ela com o meu pai e a minha avó à porta da minha casa, até acordei melhor, mas confusa e a processar as coisas ainda um pouco. Contive-me bastante para não chorar quando os fui cumprimentar, e consegui!! Pela primeira vez, fui eu a fazer uma visita guiada pela cidade, como se realmente vivesse cá há anos. Acho que a minha avó sofreu um pouco, porque fizemos caminhadas de 40min e 30 min, 2 vezes, mas ao menos aproveitámos, e tendo sido a primeira vez dela a viajar para fora, posso dizer que ela adorou esta visita. E ainda pude matar mais saudades de casa, fomos a um café com pastelaria portuguesa, mesmo com o nome Lisboa, e pude comer um pastel de nata!!! Nada se compara aos pasteis de Belem nem da matizaria, mas deu para matar as saudades. Além disso, os nossos amigos Joões vieram visitar-nos a Budapeste desta vez. Foram dias a andar bastante, mas compensou a companhia. Fizemos um trilho até a uma caverna aberta, muito linda, e com um View Point para a cidade maravilhoso.
Mais um fim de semana a ser guia turística, e mais um fim de semana onde as minhas pernas pediram socorro ao final de cada dia, No fim de semana quando a minha família cá esteve descobrimos uma praça onde passam os jogos do mundial, fiquei triste porque só descobri depois de portugal ter sido eliminado, poderia ter conhecido pessoas, mas fomos lá com os Joões no dia do jogo da Noruega Inglaterra e foi engraçado, um ambiente diferente. Com estas visitas e mostrar Budapeste, fico sempre de boca aberta de tão linda esta cidade é, e não me canso de ver o parlamento, ainda por mais à noite, lindo !
Ao escrever isto, estou a perceber-me que este é o penúltimo relatório desta experiência, sinais de que daqui a pouco tudo acaba, apenas mais duas semanas e irei voltar a casa, sem a mesma rotina de todos os dias, os mesmos hábitos que criei, sem as mesmas vistas, sem apanhar o mesmo transporte.
Mais duas semanas e esta cidade irá deixar um marco em mim enorme, mas bem, até lá, é aproveitar ao máximo.

Diário de Bordo #5

Mais duas semanas passaram e, sinceramente, já perdi a noção do tempo.
Parece que ainda ontem estava a escrever o primeiro relatório e agora já começo a pensar que esta aventura está a aproximar-se do fim, estamos oficialmente em countdown de 1 mês.
O grande destaque destas semanas foi, sem dúvida, a viagem à Polónia, onde fui visitar os meus amigos Joões, que também estão em Erasmus. Foi daqueles fins de semana que passou demasiado depressa, mas que valeu cada minuto. Entre passeios, muitas e muitas fotografias, boa comida, muitas gargalhadas e muita chuva, criámos memórias que vão ficar para sempre.
De volta a Budapeste, a rotina de trabalho continua, mas já tudo nos parece muito mais natural. As tarefas que no início pareciam um desafio agora fazem parte do dia a dia, e é engraçado perceber o quanto evoluímos nestes meses. Já conhecemos a cidade como verdadeiros locais e até damos por nós a recomendar sítios a quem nos pergunta o que visitar.
Uma das coisas que mais gosto nesta experiência é precisamente isso: mesmo depois de tanto tempo aqui, há sempre coisas novas para experimentar, um parque diferente para descobrir ou uma rua onde nunca tínhamos passado. Budapeste continua a conseguir surpreender-me.
Cada semana que passa faz-me perceber o quanto esta experiência me tem feito crescer. Aprendi a adaptar-me, a resolver problemas sozinha, a trabalhar com pessoas diferentes e, acima de tudo, a aproveitar cada oportunidade que aparece.
Agora, resta continuar a aproveitar ao máximo o tempo que falta. Szia!

Diário de Bordo #4

Estas semanas têm passado a correr, o que me faz pensar que esta experiência daqui a pouco acaba.
Nestas ultimas semanas tivemos oportunidade de ir visitar Estocolmo, um cidade linda que promete muito, fica o conselho que se quiserem ir, fiquei mais do que um fim de semana, há muitas coisas para ver. Fui a vários museus, um deles o national museum, onde tinha todo o tipo de arte, desde esculturas a pinturas e cerâmica, arte contemporânea e moderna, o museu era enorme e tinha um pouco de tudo! Mas a minha favorita e do Daniel foi uma que era destinada a crianças, sobre cores, onde havia holofotes de luzes e eles podiam misturar as cores com plásticos de cor.
Fomos também a um parque muito conhecido, tipo jardim zoológico, mas temático aos tempos antigos na Suécia, com casas e pessoas com as roupas de antigamente. Pudemos ver no parque vários tipos de animais, ursos, linces, cabras, bodes, vacas, alces, renas, suricatas, cavalos, uma variedade gigante de animais!
Ao regressarmos, fizemos amigos do nosso escritório, uns espanhóis que irão ficar cá um mês. Fomos sair a um Mc Donalds onde, SUPOSTAMENTE, há um dj todas as sextas e sábados a partir das 10 da noite, mas não apareceu dj nenhum, então acabámos a noite num karaoke, foi bastante engraçado.
Bom, o tempo aqui tem mesmo passado a correr, tanto que daqui a 1 mês já faço anos. Espero que daqui para a frente não passe assim tão depressa para aproveitar ao máximo! Szia

Diário de Bordo #3

Szia!
Um mês…uau. Nem acredito que ja estou a viver esta experiência há 1 mês, nem parece verdade.
O tempo está a passar a voar, tanto que parece que não vai haver tempo para ver e fazer tudo, mas já começámos a fazer planos!
Nestas duas semanas tivemos a oportunidade de conhecer um grupo de italianos, que também foram recebidos pela empresa onde estamos a estagiar, e fomos todos juntos até ao lago Velence, fazer gravações num Resort de apartamentos. Para além de todo o trabalho, decidimos ir ao cinema, sem saber que eles traduzem todos os filmes, então vimos um filme de 2 horas todo em Húngaro, SEM legendas. Mas como uma vez não basta, decidimos ir a segunda, porque não custou assim tanto na primeira.
Já estamos tão familiarizados com a cidade que até já temos o nosso sítio favorito para ver o pôr do sol, que é LINDO, já agora.
Também visitei uma igreja que foi construída dentro de uma gruta, muito muito linda, onde cada detalhe foi pensado. Ah, e não sei se se lembram do alfabeto aqui ser diferente e estranho? pois, acabei por descobrir que tem exatamente 44 letras, sim, são demasiadas. A cada dia que passa sinto que estou a crescer aos poucos e poucos, sei que vou sair daqui uma pessoa diferente.
Vemo-nos daqui a duas semanas de novo :).

Diário de Bordo #2

Se estou a escrever isto de novo é porque já se passaram duas semanas, mas ainda parece que foi ontem que cá cheguei.
Ao mesmo tempo, sinto que já conheço a cidade de trás para a frente, a mesma rotina de acordar e ir para o trabalho, ir às compras, voltar para casa, já se tornou um hábito. Nestas duas semanas pudemos visitar muito mais do que os simples pontos turísticos. Visitámos o lago Balaton, com a nossa acompanhante de estágio, fomos a museus, pontes, castelos e igrejas. E mesmo já tendo visitado os locais mais conhecidos, há muito muito mais para descobrir e temos mais que tempo para o poder fazer!
Para além disso, também já trabalhámos bastante para empresas e fizemos bastantes edições. Tivemos a oportunidade de ir a uma escola, para poder fazer algumas gravações, e descobri que o alfabeto é diferente, e podemos dizer que é relativamente estranho, mas espero sair daqui a dizer muito mais do que “szia”, que serve tanto para “olá” como “adeus”.
Ainda encontrámos 2 brasileiros com quem conversámos bastante e pudemos passar uma boa tarde a ver o pôr do sol.
Bom, volto daqui a duas semanas com mais atualizações :).

Diário de Bordo #1

Bom, tudo começou quando me despedi dos meus pais no aeroporto, e por mais incrível que pareça, consegui não chorar!!!
Depois encontrei-me com os meus colegas que vieram comigo nesta nova aventura.
Passámos 5 horas no aeroporto de Munique a fazer escala (a maior seca da nossa vida) mas acabámos por nos começar a conhecer melhor, o que também foi bom para criar laços.
Quando chegámos, a ficha ainda não tinha caído que estava em outro país, ainda sentia que estava em Portugal, até entrar no táxi e começar a ver as ruas lindas de Budapeste. Decidimos apenas fazer compras dos essenciais para a casa pois estávamos cansados. No dia seguinte fomos levados até à empresa pelo nosso acompanhante de estágio, o Gábor, que nos mostrou a empresa e depois introduziu-nos à Bea que foi quem nos deu as tarefas para o que iremos fazer nos próximos 3 meses aqui com eles.
Aproveitámos a tarde para explorar um pouco a cidade, e ainda comemos o famoso Lángos, uma espécie de pão frito com queijo e vários outros ingredientes à escolha. Era para ser um simples passeio de pouco tempo, mas ainda aproveitámos para ver o por do sol e ver o parlamento gigante iluminado. Lindo!
No dia seguinte de trabalho, ficámos a discutir ideias do que poderíamos fazer de vídeos, fotos, etc. para as empresas que iremos trabalhar. Sexta celebrámos o Dia do Trabalhador, esse marco importante na História de qualquer País, aproveitámos para passar o dia fora e explorar a cidade. Fomos à Heroes Square, onde descobrimos uma feira com diversões e imensa gente a passear e adivinhem? Encontrámos portugueses!! Foi um bom dia de descanso. Sábado foi dedicado a cada um ter o seu tempo para editar e organizar-se. Sem dúvida que acima do crescimento pessoal vou enriquecer com tudo o que vejo à minha volta, estou a adorar!!